Postagem 8 - Medo
Eu tenho medo. Sinto medo o tempo todo. Talvez isso seja por causa da ansiedade, ou seja a causa dela. Não sei dizer. Mas sinto medo, sim. E esse medo já me paralisou um bocado. Mas hoje em dia, ele só me lembra que preciso ficar alerta.
Eu sei que você tem medo. É normal, natural, compreensível. Mas eu quero que você saiba que, pelo menos da minha parte, eu jamais farei qualquer coisa para te machucar. Não quero que você sinta medo comigo. Quero que você tenha certeza, segurança. É o meu desejo.
Quando terminamos, fiquei com medo da dor. Fiquei com medo de nunca mais te ver. Fiquei com medo de ser para sempre sem você. Eu só tinha as fotos e memórias. E mesmo as memórias podem ser modificadas pelo tempo. Eu não quero isso.
E hoje você veio, convicta, querendo conversar comigo pessoalmente. Confesso que me deu uma alegria imensa, mas ao mesmo tempo estou com medo. Como vai ser? Do que vamos falar? O que vai acontecer?
Temo pelas feridas que ainda não fecharam. Vamos reabri-las mais um pouco, ou elas serão definitivamente cicatrizadas?
Mas prefiro assim. Mesmo com todos os medos, prefiro ter medo do que não sentir o que sinto. E eu sempre vou encarar tudo de frente, porque o medo vai ser sempre um companheiro. E não tem jeito, tem coisas que precisam acontecer.
Mas por favor, só te peço que seja sincera comigo e com você. E que seja gentil se for abrir as feridas novamente. Eu estou pronta. Com medo. Mas pronta.
Eu sei que você tem medo. É normal, natural, compreensível. Mas eu quero que você saiba que, pelo menos da minha parte, eu jamais farei qualquer coisa para te machucar. Não quero que você sinta medo comigo. Quero que você tenha certeza, segurança. É o meu desejo.
Quando terminamos, fiquei com medo da dor. Fiquei com medo de nunca mais te ver. Fiquei com medo de ser para sempre sem você. Eu só tinha as fotos e memórias. E mesmo as memórias podem ser modificadas pelo tempo. Eu não quero isso.
E hoje você veio, convicta, querendo conversar comigo pessoalmente. Confesso que me deu uma alegria imensa, mas ao mesmo tempo estou com medo. Como vai ser? Do que vamos falar? O que vai acontecer?
Temo pelas feridas que ainda não fecharam. Vamos reabri-las mais um pouco, ou elas serão definitivamente cicatrizadas?
Mas prefiro assim. Mesmo com todos os medos, prefiro ter medo do que não sentir o que sinto. E eu sempre vou encarar tudo de frente, porque o medo vai ser sempre um companheiro. E não tem jeito, tem coisas que precisam acontecer.
Mas por favor, só te peço que seja sincera comigo e com você. E que seja gentil se for abrir as feridas novamente. Eu estou pronta. Com medo. Mas pronta.
Comentários
Postar um comentário